Raziela Hedwig

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Raziela Hedwig

Mensagem por Admin em Dom Out 14, 2018 1:28 am



Nome: Raziela Hedwig

Data de nascimento: 29/05

Idade: 42 anos

Altura: 1,91 m

Classe/Ocupação: Clero / Episcopisa (nome popular brasileiro: bispa)




Aparência

Uma mulher com um rosto de que já presenciou e passou por muitas coisas desta vida. A esse ponto, seria difícil algo a surpreender e mudar muito de sua constante expressão séria, quase cansada. Possui rugas abaixo dos olhos, os quais apresentam formato amendoado e cor escura. Pele negra e cabelo castanho escuro, um pouco grisalho, normalmente estilizado com duas tranças que se encontram e desmancham atrás da cabeça, formando cachos volumosos. Uma mecha visível de fios brancos é encontrada junto a trança de seu lado direito. O corpo apresenta cicatrizes – uma delas em seus lábios – e a ausência de sua perna esquerda, com uma prótese mecânica no lugar.

As roupas do seu dia a dia são simples túnicas pretas com colarinho branco e um cordão amarrado sua cintura. Uma bainha contendo um punhal é escondida em sua perna direita, embaixo do traje. Quando em uma missa, evento ou reunião maior, Raziela veste túnicas brancas com poucos detalhes em dourado e uma manta vermelha com os símbolos da igreja também em dourado.




Personalidade


Talvez um pouco fria e distante para pessoas que não a conhecem, a episcopisa não possui o semblante mais simpático nas ruas. A atmosfera que passa é arrogante e autoritária. Ao contrário disso, em sermões dentro da igreja, seu tom constante e confiante pode trazer um senso de segurança e determinação aos fieis, sendo esse seu intuito. Não hesita em falar suas opiniões; em ilustrar o que acha errado na cidade, mas sempre precisa se controlar quanto o assunto é a nobreza ou o próprio clero, já que poderia resultar em grandes consequências.

Mesmo assim, Raziela não se mostra muito próxima de outros indivíduos, parecendo sempre ter algo em mente.



História


Com pais ligados ao clero, sua vida sempre pertenceu-se a igreja. Não era apenas uma fiel, uma crente comum. Raziela sempre almejou ter um cargo de importância nesse sistema, pensando em se tornar uma ferramenta de seu deus. Trabalhou em sua infância; em sua adolescência; e no começo de sua vida adulta, começou a duvidar de muitas coisas. A primeira e mais importante se deu início em um fim. A morte de seus pais.

Tudo sobre o ocorrido foi suspeito. As autoridades, a investigação, a própria declaração da igreja. Enterrados com honra, se tornou senso comum o assassinato realizado por radicais contra o clero. Mas não fazia sentido, nada fazia. Eles não tinham cargos importantes, não faziam muita coisa e além disso, os tais assassinos nunca foram encontrados.

Foi um momento de confusão em sua vida. Tanto que não pensou direito antes de se envolver com outra pessoa, ou de se alistar ao exército por parte da igreja. Essa parte de sua vida é construída apenas por borrões de memórias – trens que se passam rápido a sua frente, sem destinação aparente. Existem coisas que Raziela nem sabe se foram reais, ou se seu cérebro quer apenas preencher as lacunas com ilusões. O que sabe sobre esta época são os comentários de outras pessoas.

Houve uma guerra civil. Ela estava no local e sua participação foi necessária. Houve ferimentos, casualidades, parte de sua perna perdida nas linhas de frente. Raziela salvou alguém. Esta última, ela ainda se questiona pela sensação de não ser verdade. Ela não salvou ninguém. E como bonificação uma prótese e um cargo de certa importância foram concedidos. Em sua visão, esse era o jeito do clero tentar a manter em seu sistema, quieta sobre os erros e crimes deles.

Atualmente sua vida consiste de se locomover entre igrejas e residir por um certo período. Em algumas são poucas semanas, em outras a moradia pode chegar a meses, anos. Ela sempre vai, seguindo as ordens da igreja com intenções pessoais. A principal delas: descobrir o que aconteceu no período que assombra seu sono.




Informações adicionais


• Sempre tem problemas com a prótese. Na maioria das vezes, ela mesmo conserta, acostumada com o aparato mecânico.

• Instalou em sua prótese um compartimento para guardar um rifle de caça, desmontado em duas partes.

• Tem TSPT (PTSD)





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