Naythan Drion

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Naythan Drion

Mensagem por Admin em Seg Nov 09, 2015 11:10 pm



Nome: Naythan Drion

Data de nascimento: 12/12

Idade: 17 anos

Altura: 1,62

Classe/Ocupação: Comunidade / Fotógrafo




Aparência





Personalidade

Nay, como gosta de ser chamado, é um rapaz completamente de bem com a vida. Não possui qualquer tipo de malícia ou maldade e costuma sempre acreditar no melhor das pessoas. Mais do que isso, ele sempre encara os lados negativos de alguém como algo que torna aquela pessoa especial e sempre tenta se colocar no lugar dos outros. Não que ele confie em todo mundo, apesar de parecer ser o caso (e ser mesmo na maioria das vezes), ou não  entenda que existem pessoas muito ruins por aí, mas ele gosta apenas de ser sempre positivo e otimista em relação a tudo. É uma pessoa mais curiosa do que o saudável para sua saúde, muitas vezes se metendo em problemas por isso sem nem perceber, e é bem sensível também. Gosta de ver a beleza em tudo, tanto nas pessoas quanto no mundo e isso faz com que se apaixone muito fácil também, por gente que ele muitas vezes nem conhece. É um sonhador, uma criança, um questionador. É um jovem inconstante e enquanto as vezes não leva nada a sério, outras vezes carrega no fundo da alma as coisas mais bobas, do mesmo modo que  sua atenção é completamente dispersa para certos assuntos e totalmente focada para outros (muitas vezes inúteis). Entretanto raramente guarda mágoa de alguém, sempre se esquece, deixa para lá ou nem ao menos percebe qualquer má intenção, mas costuma chorar com facilidade. Não é apegado a nada além de sua allmate e sua família.



História

Nay é o filho caçula da família Drion, com mais 12 irmãos. Alguns apenas da parte de pai, outros da parte da mãe, outros dos dois, outros adotados, todos formavam uma grande e barulhenta família que vivia no interior. Apesar de terem uma grande plantação de milho, todos viviam de forma humilde e trabalhavam na terra. Ali, isolados do mundo, estudavam em casa e aprendiam as coisas entre si, não tendo nem mesmo a presença de vizinhos próximos. O jovem sempre tinha sido zoado pelos mais velhos por ser o décimo terceiro filho, diziam que ele trazia azar e que nunca ia conseguir ser nada na vida. E de fato o pequeno garoto nunca se deu muito bem com a vida no campo. Sempre conseguia deixar os animais fugirem, sempre derrubava os produtos no chão e certa vez conseguiu destruir grande parte da plantação com o trator. Não demorou para que fosse proibido pelo pai de realizar qualquer trabalho na fazenda até ficar mais velho e menos desastrado e desatento, ficando por conta da casa com a mãe e a avó.

Apesar de irritar as duas mulheres e as irmãs na maioria das vezes com todo o seu ânimo que não acabava nunca, era tratado com carinho por todos. Nunca se abateu com nenhuma ofensa ou brincadeira dos mais velhos, e sempre ouvia as histórias da avó com a maior admiração do mundo. Não tinha muitas coisas próprias, nem mesmo uma cama, tendo que dividir tudo com os irmãos, então logo cedo passou a admirar tudo que possível. Aprendera a aproveitar o que tinha, que era a natureza a sua volta, sempre sendo muito observador e facilmente impressionado com tudo.

Quando ainda era jovem demais para entender as coisas, descobriu que a mãe iria viajar para a cidade por alguns dias. Mesmo com a mulher estando visivelmente estressada, irritada e aflita, o garoto insistiu mais do que tudo para ir junto. Não podia conter a animação e admiração ao pensar na cidade grande, em tantas pessoas, em tecnologia e uma infinidade de coisas maravilhosas que poderia ver e aprender. Descobriu então que tinha uma tia e uma prima lá, mas sequer conseguiu focar nos detalhes e apreensões da mãe para se comportar quando ela finalmente desistiu e permitiu que ele fosse junto. Estavam na época da colheita e precisavam de todas as mãos possíveis para ajudar, mas como o garoto sempre ficava de fora, o pai considerou que talvez fosse boa idéia a mulher levá-lo para não ir sozinha, enquanto o resto podia ficar para trabalhar.

E assim ocorreu, depois de horas e horas intermináveis de viagem finalmente chegou pela primeira vez a aquele mundo completamente diferente. Era muito mais do que podia esperar, era tudo tão lindo e interessante que diversas vezes era repreendido pela mulher ao se exaltar demais. Porém ao chegarem na casa da tia, o garoto entendeu que deveria se comportar. O clima no ambiente era pesado e sua tia estava doente. Deveria respeitá-la e ajudar no que fosse possível. A mulher, apesar de frágil, era muito gentil e mesmo animada, e logo se tornou a pessoa favorita no mundo do menor. Enquanto não ajudava a mãe no que ela pedia, permanecia com sua tia, escutando-a animado cada vez que ela se sentia disposta a conversar ou apenas fazendo companhia a ela.

Sua prima, por outro lado, fora um pouco mais complicado. Quase não tinha visto ela no tempo que permaneceu naquela casa. Sua mãe havia dito que ela não estava bem e que precisava do espaço dela, que o garoto não deveria incomodá-la de forma alguma. Inicialmente não deu atenção a tal coisa, ela era uma criança como ele, era de seu sangue, e vivia sozinha ali sem nenhum irmão. Obviamente ela estava doida para brincar com alguém de sua idade e o rapaz estava mais do que disposto a explorar aquele casarão e as ruas ao redor com alguém que já conhecia tudo. Porém ao bater os olhos nela pela primeira vez, sentiu-se completamente tímido e chegou ao ponto de se esconder atrás da saia da mãe. A menina mais velha era provavelmente a coisa mais linda que o garoto já tinha colocado os olhos, com aqueles fios claros e a expressão delicada. Além de tudo, ela realmente não parecia querer nada com ele, então naquele primeiro contato não houve nada mais do que um aceno leve.

Se fosse parar para considerar, aquela primeira troca de olhares na infância tinha sido o ponto em que se apaixonou perdidamente por Eveleen. A partir disso, passara a visitar aquela família uma vez ou outra por ano. Era uma viagem longa e sua mãe não podia realizá-la sempre, mas Naythan descobriu que elas sempre mantinham contato por cartas, e ele mesmo chegou a escrever algumas para a doce senhora Sybila. Nay a amava tanto quanto a própria mãe. Talvez até mais, já que sua mãe as vezes parecia ser o Cão encarnado. Apesar disso, seu relacionamento com a prima não tinha sido nem um pouco aprofundado, se conheciam, mas não passavam de estranhos na presença um do outro mesmo que o jovem sempre mantivesse aquele sentimento de admiração no peito.

Certo Natal ganhou de sua tia pelo correio o melhor presente que alguém poderia pensar em lhe dar: Um allmate, um pequeno furão que poderia tirar fotos ou então se transformar numa câmera. Sua tia entendia seu amor pelas coisas simples e bonitas, e dizia por uma carta que aquele era um incentivo, para que ele pudesse mostrar as pessoas através das fotos um mundo tão belo quanto ele via. Depois do primeiro clique e da primeira foto revelada, o rapaz de olhos violetas não parou nunca mais.

Ao fazer 16 anos, depois de muito incentivo e do apoio de sua tia, conseguiu convencer seus pais a ir morar com ela e a prima na capital, para que pudesse estudar fotografia e arrumar um emprego lá. Agora fora muito bem recebido por Eveleen, a essa altura respeitando-a ainda mais por já entender tudo que havia em seu passado. Sua tia tinha lhe confidenciado que a jovem não conseguia confiar em homens e tinha lhe explicado o porquê, deixando-o horrorizado.

A partir disso e da amizade que começava a realmente florescer entre os dois, o jovem jurou para si mesmo que não deixaria mais nenhum homem machucar aquela que tinha sido seu primeiro amor. Então, desconfiou do comportamento estranho daquele nobre que vinha assediando a mais velha com palavras gentis e sorrisos insistentes.

Apesar de desejar a felicidade dela e de torcer para que o homem fosse de boa índole, o rapaz considerou que não faria mal segui-lo de longe por alguns dias, apenas para se certificar daquilo. Porém, foi com surpresa e pavor que descobriu como aquela família se sustentava. Não hesitou em tirar várias fotos como provas e mostrar tudo para Eve, e mesmo vendo ela ficar tão mal, sabia que tinha feito a coisa certa. Sabia também que ela podia superar aquilo, pois já conhecia sua força e foi com felicidade que viu dias depois a matéria no jornal denunciando toda aquela barbaridade. Foi com satisfação que viu aquele homem pagar. Foi com tranquilidade que soube que ele nunca mais chegaria perto da garota.

Após isso as coisas ficaram tranquilas para os dois por um tempo, até o jornalista chefe do jornal aparecer morto. Apesar de achar que nunca esqueceria do horror de ver o corpo completamente desmembrado e com várias partes faltando, ficou feliz pela prima que foi promovida para o cargo do homem. Sabia que ele era corrupto, e sabia também que a prima faria um trabalho muito melhor que ele, sem se deixar abalar. Além disso estaria ali a seu lado sempre, ajudando-a e protegendo-a quando preciso.




Informações adicionais


• O nome do allmate de Nay é Pi, e o rapaz a trata como fêmea pela voz afeminada.

• Apesar de ainda nutrir sentimentos platônicos pela prima e voltar a se apaixonar perdidamente por ela praticamente todo mês, o rapaz não espera qualquer retribuição da parte dela. Está contente apenas com sua amizade e com o carinho que compartilham.




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