Theodore Scarborough

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Theodore Scarborough

Mensagem por Admin em Dom Ago 16, 2015 9:13 pm


Nome: Theodore Scarborough

Data de nascimento: 14/02

Idade: 20 anos

Altura: 1,67

Classe: Clero

Classe / Ocupação: Clero / Cônego; tem por função prezar pela manutenção da igreja, em especial pela biblioteca.



Aparência

Theodore possui longos cabelos loiros, presos na ponta por um laço. Olhos acinzentados e inexpressivos. Na maior parte das vezes, está de túnica e botas escuras. Carrega consigo a chave da biblioteca em um cordão pendurado no pescoço e invariavelmente está de óculos.



Personalidade


Aparentemente calmo e pouco comunicativo. Prefere ouvir a falar, e raramente demonstra qualquer emoção, apesar de ser capaz de senti-las tão bem quanto as outras pessoas. É extremamente racional, curioso e criativo, adjetivos não muito aclamados na igreja, então prefere manter suas teorias de conspiração para si. Começou a estudar a tecnologia avançada de Affaire às escondidas com a desculpa de pesquisar uma forma de levar a igreja à ascensão novamente. Mas a verdade é que é fascinado pela liberdade e por animais mecânicos, de modo que, à medida em que se aprofundava nos estudos, seu desejo de deixar o norte crescia. E assim, sua visão de mundo também mudava.



História

Presente: Dado início à era tecnológica em Affaire, a igreja perdeu grande parte de seu poder de controle sobre a população, uma vez que o conhecimento já não estava mais restrito à biblioteca da catedral. Theodore então decidiu utilizar-se dos livros secretos do clero para estudar alquimia, e assim, acumular riquezas para que a igreja retorne à ascensão. Tentar transformar metais em ouro, no entanto, foi apenas a porta de entrada para que descobrisse uma linha de pesquisa muito mais interessante: a tecnologia dos allmates.

Ao aprofundar-se no assunto e conhecer outras pessoas além de seu mentor, Theodore sentiu-se inspirado a deixar as teorias de lado e agir por conta própria. No momento, trabalha secretamente como substituto de uma dançarina no Cabaré sob tutoria de Lisbeth.

Passado: Theodore foi abandonado na porta da catedral de Affaire ainda bebê. Foi criado por Victorio, o padre que o acolheu, com a promessa de treiná-lo para servir incondicionalmente aos desejos da igreja. O cônego nunca queixou-se de sua função ali, apesar de ter perigosas ressalvas quanto à crença que o cercava. Cresceu sem absolutamente nada lhe faltar e com todo o carinho do padre que não tinha dos pais, razão pela qual nunca sentiu-se abandonado ou solitário.

Apesar de mostrar-se satisfeito ao tratamento que recebia da igreja, Theodore raramente tinha contato com outras crianças, tanto pela distância de onde vivia até o centro da cidade quanto pela obsessão de Victorio em isolá-lo do restante do mundo. Fato que explicaria o porquê do loiro achar absolutamente normal assistir a sessões intermináveis de tortura com os garotos que o arcebispo sequestrava para tomar-lhe os órgãos sem qualquer anestesia. Ou o motivo de não entender o sexo como algo que as pessoas almejavam, já que – a seu ver – era outra forma de crueldade.

Sua absoluta obediência a Victorio começou a apresentar rachaduras quando Theodore completou quinze anos. Até então, o padre nunca havia lhe tocado ou deixado que alguém se aproximasse do garoto. A puberdade, porém, lhe trouxe uma aparência mais delicada e esguia do que esperava, despertado os ciúmes incontroláveis do tutor, que não queria que o pupilo fosse seduzido ou levado embora por ninguém.

Deste modo, suas atividades triviais, trancafiado na torre da biblioteca, aumentaram consideravelmente. Theodore já não tinha permissão para deixar a catedral sem um consentimento assistido de Victorio. Não podia deixar o quarto após o toque de recolher. Não tinha o direito de resistir se o tutor quisesse tê-lo. Victorio fora muito precavido durante todos os anos que o treinava para ser um poço de absoluta falta de expressão. E assim, Theodore nunca o relataria aos superiores – mesmo porque não seria ouvido, além de acreditar que estava sendo castigado por culpa das próprias ações.

Ao possuir todo o tempo e dedicação do mundo para devorar cada exemplar da biblioteca, Theodore começou a admirar todo aquele conhecimento que não possuía, e com ele, a liberdade que existia além das muralhas do norte. E a cada vez que mostrava empolgação com o assunto, era duramente repreendido. O pouco diálogo que o aproximava emocionalmente de Victorio então dissipou-se aos poucos. E à medida que escondia seus sorrisos ou lágrimas, tornava-se mais obcecado em limpeza e organização. Tudo aquilo era sujo. Seus livros, sua cama, sua alma. Queria livrar-se daquele pecado irreparável, mas quando percebeu que de nada adiantaria seus esforços em ignorar aquelas sensações, planejou fugir. Deixar toda a sua antiga vida para trás e recomeçar como acreditava ser o que queria.



Informações adicionais


• Gosta: Allmates, livros, cuidar do jardim.

• Não gosta: Contato físico, desordem, cebolas, crianças.

• Bate o pé no chão quando está irritado, desconversa quando está feliz e é extremamente arrogante quando está com medo.


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