Amelia Catherine Beaumont

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Amelia Catherine Beaumont

Mensagem por Admin em Dom Ago 16, 2015 9:12 pm


Nome: Amelia Catherine Beaumont / Cassie

Data de nascimento: 21/11

Idade: 16

Altura: 1,65

Classe/Ocupação: Abastados/Princesa





Aparência

Alta, olhos acinzentados, cabelos ruivos longos na altura da cintura, normalmente presos em uma única trança e franja na altura das sobrancelhas, pele bastante pálida (provavelmente devido às suas poucas saídas do castelo), sardas pesadas na região logo abaixo dos olhos na direção da bochecha que se tornam bem leves (quase imperceptíveis) em cima do nariz. Magra, com seios levemente acentuados e de certa forma maiores do que o da maioria das meninas de sua idade. Costuma estar com as unhas sempre grandes, e maquiagem sempre chamativa e provocativa.





Personalidade

Reclusa e quieta, Cassie poderia ser considerada a pessoa mais boba do mundo. Parece obediente, e principalmente, manipulável. E ela se diverte com isso, e muito, especialmente porque normalmente é ela quem está persuadindo com sua personalidade aparentemente inocente. Mas ela não é assim, Catherine é uma pessoa forte e decidida e do tipo que se camufla bem em qualquer situação. Acaba sendo questionadora e insistente por vezes, mas sem nunca perder a delicadeza e educação que lhe foi dada desde pequena... A menos que estritamente necessário. Catherine tem surtos de personalidade violenta em determinados momentos e age sem pensar em outros. É um pouco “mimada” pela falta de limites, e no geral, é uma pessoa difícil de lidar. Tem traços acentuados de ninfomania e masoquismo, que se contrastam com sua atitude persuasiva. Consegue se tornar uma outra pessoa durante períodos de abstinência sexual, pois acaba buscando todos os meios possíveis de saciar seu descontrole, o que normalmente envolve situações comprometedoras para uma pessoa da família real.




História

É dito que Amelia nasceu numa noite chuvosa e trovejante, onde as estrelas não brilhavam, onde a natureza parecera refletir toda a dor da rainha naquele momento. A criança resistira o quanto pôde de nascer. As pessoas lhe diziam que seu parto fora difícil para sua mãe, e Amelia nunca chegou a entender porque razão as pessoas faziam tanta questão de lhe contar este detalhe enquanto criança. O que era suposto que a doce e pobre Amelia fizesse? Pedisse desculpas à sua mãe por ter vindo ao mundo de forma tão dolorosa? Não havia escolhido trazer tanta dor a alguém tão importante. Nunca escolhera sequer nascer, era difícil entender o porquê de as pessoas terem essa fascinação em lhe dizer tal coisa. Uma vez, ainda enquanto criança, perguntou à uma de suas aias, que a mandou ignorar a questão.

Tivera a melhor e mais fina educação possível em sua infância. Aprendera corte e costura, bons modos, como cozinhar e cuidar da casa e mais uma infinidade de assuntos que uma verdadeira princesa devia saber (mesmo que nunca fosse à cozinha ou arrumasse uma cama). Aprendera a tocar piano, e desde criança tinha uma voz que consideravam maravilhosa. Mas, sempre muito tímida, por vezes preferia somente tocar piano, especialmente em reuniões. Cantar era algo que ela reservava somente para sua própria intimidade. Tinha acesso à uma biblioteca maravilhosa, e por isso mal saía de dentro do castelo. Perdia horas e horas lendo, ou bordando, e crescera cercada de livros e peças feitas por ela mesmo para suas bonecas. Saía da biblioteca somente para a sala do piano, onde, quando os arredores estavam completamente desertos, ousava cantar de vez em quando, e para seu quarto, onde montara seu pequeno atelier, e podia bordar em um completo silêncio, sendo malmente incomodada de vez em quando por aias que lhe perguntavam se desejava algo, ou lhe avisavam que estava na hora de sua próxima refeição em família. Mas quase não via a luz do sol, não gostava de sair muito. Tinha tudo que precisava ali.

Suas poucas saídas eram para montaria, nos arredores do castelo. Desde que ganhara seu allmate e tinha idade e tamanho para montá-lo, ganhara junto aulas de montaria. Não gostava muito de sair e se expor ao sol, mas por algum motivo, se existia algo que podia fazer Amelia sair, era sua necessidade de montar vez ou outra, e de aprender cada vez mais. Gostava da sensação mais livre de usar seu allmate para dar voltas nas redondezas, especialmente quando lhe obrigavam a sair um pouco do castelo, dizendo-lhe que adoeceria se não visse a luz do sol por extensos períodos. Aproveitava estes momentos para retirar seu baú do quarto, levá-lo até o lado de fora e então montar no lindo cavalo alado que o baú se transformava. Chamava-se Dan. Era um nome simples, mas bonito, em sua opinião, e parecera combinar tão bem quando ela decidiu pelo nome em questão.

Estava no início da adolescência, quando, mesmo sem querer, fora num "passeio" pela cidade. Era alguma data importante da qual não se recorda e não julga ser relevante, somente lembra-se de que a família inteira estava com ela. Ao longe, percebera que nem todos tinham a mesma qualidade de roupas que as pessoas de sua família. Não tinham a mesma aparência saudável e bem alimentada. Pareciam não ter o mínimo que ela tinha, e aquela realidade a assustou. Nunca imaginara que existiam pessoas que não parecessem saudáveis e bem como as pessoas de sua casa. Manteve sua postura educada e acenou para essas pessoas. A cena nunca saíra de sua cabeça, no entanto, e resolvera pesquisar mais. Se arrependera. A realidade doía. Doía mais ainda não poder fazer nada para ajudar estas pessoas. Mas Amelia tinha boas ideias, ler muito a fizera ser criativa. Só precisava as colocar em prática... Fato que descobrira ser mais difícil de se por em ação do que parecia.

Sempre fora uma criança muito solitária. As outras pessoas do castelo não tinham tempo para ela e, como não gostava de sair, seu único contato humano fora seus pais, era com seus professores. Não reclamava, aprendera a aceitar que as pessoas gastavam seu tempo com coisas mais importantes do que ela. Falava de algumas coisas com sua aia, mas no fim, a pessoa mais próxima de si, era seu professor de piano. Aprendera tão mais do que só piano com ele, que às vezes chegava a rir, quando sozinha, lembrando do rapaz. Ele era bem mais velho que si, já que na época tinha somente uns 12, 13 anos de idade, e fora ele que lhe apontara livros para ler sobre algo que Amy na época não tinha quase nenhum conhecimento: o próprio corpo. Além das peças musicais de Beethoven, Mozart, Bach e muitos outros compositores, ele lhe ensinara sobre as mudanças que vinham acontecendo consigo. Lembrara de sua primeira tabelinha, feita por ambos sentados no chão da sala de piano. Ainda a tem colada em seu diário. Sentia-se feliz em todos os dias em que aquele professor estava lá.

Se recorda do momento, como se estivesse acontecido a apenas um minuto atrás. Lembra-se das suas roupas, do aspecto da sala, do cheiro, da data próxima a seu aniversário. Havia acabado de completar 13 anos. Curiosamente, é uma de suas melhores memórias. Lembra-se do contexto: Estava lendo um livro recomendado por seu professor, tinha achado na biblioteca com uma certa facilidade, até. Era pós-aula, neste dia tinham ensaiado repetidamente por horas, Badinerie de Bach. Era uma peça difícil, pois não era originalmente para piano e Cassie ainda estava aprendendo a transpor notas. Após estas horas – e estas incontáveis, pois não havia relógio na sala, somente seu professor tinha um relógio de bolso – Catherine estava cansada, e de certa forma emburrada com o progresso. Seu professor sugerira que dessem uma pausa, e continuassem depois. A menina não queria parar, e ele ofereceu apenas alguns minutos, podiam conversar. O livro veio à tona.

O livro nada mais era do que um compilado sobre sexo. Ainda sentados no banco do piano, mas de costas para o instrumento, Catherine passou a falar sobre as coisas que lera no livro. A mão de seu professor pousou cuidadosamente em sua coxa, acariciando ali. Ele já havia feito isso outras vezes, a princesa lembra, mas naquele momento, seu corpo faiscara de tal modo que tentara fugir do toque. Afastara a perna, e um olhar do mais velho a seguira. Um olhar que dizia, sem palavras, “Amelia”. Seu professor nunca a chamava de Amelia – ele sempre usava Amy – e normalmente aqueles olhares que diziam Amelia eram reservados à repreensão de erros da garota. E ela não precisava perguntar o que havia feito de errado naquele momento. Corpo faiscando ou não, ela recolocou a perna à disposição da mão dele, murmurando um pedido de desculpas. Ele sorriu, “onde você estava mesmo?”, e a menina somente continuou sua saga de contar o que havia lido.

Descobrira-se que Catherine havia lido o livro inteiro – e era um livro relativamente grosso para se ler em tão pouco tempo, com diversas informações. Aquele rapaz, ali, então, estava lhe tirando dúvidas. Então a pergunta que, para Cassie, havia causado toda série de acontecimentos. Uma pergunta inocente, sobre como saber do que gostar diante de tanta coisa que ela lera. Respondida da forma mais simples e mais impactante possível, “experimentando”.

E de primeira, Catherine não fazia nem ideia do que era este experimentar. Mas concordara. Concordara em fazer silêncio. Em nunca contar sobre isso para ninguém. E então, eles fizeram. De início parecia doloroso e incômodo, e era só um experimento, algo que Amelia Catherine fazia para parecer mais adulta. Com o passar do tempo, com os “experimentos” mais frequentes, se tornou necessidade. Sentia vontade constantemente e quando não tinha as tais aulas, era difícil se manter concentrada em quaisquer que fossem as suas outras atividades. Relatava cada pequena parte disso ao seu corruptor, que se aproveitava cada vez mais da inocência da jovem.

A brincadeira acabou quando, aos 14 anos, Cassie foi prometida em casamento. Seu professor foi embora, alegando os riscos de continuar perto da menina em tal situação. A despedida fora como todas as aulas desde aquele livro. E então, só as memórias.
Cassie não tinha mais reação, a não ser odiar o noivo. Odiar aquela maldita situação. Ele lhe tirara a única pessoa que lhe dava atenção e “carinho”. Sentia desprezo. Odiava aquele casamento.

Então, num misto de raiva de tudo e todos e uma busca incessante de fugir daquele casamento, passara a sair de noite, escondida. Bebia, transava com quem quer que fosse. Só queria satisfazer seus dois desejos mais urgentes: sexo e se livrar de seu noivo.




Informações adicionais

• Detesta ser chamada de Amelia, mas atende por "Amy" normalmente, apesar de preferir "Catherine" ou "Cassie"

• Prefere livros a pessoas, e socializar não é realmente o seu forte, já que é normalmente muito tímida

• Não fala muito, especialmente em público

• Tem bastante dificuldade para gostar das pessoas de uma forma não-sexual e não-familiar.

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